Nossas Matérias

Tire suas dúvidas sobre previdência, leia dicas e entrevistas de quem entende do assunto e muito mais. Tudo para você escolher o melhor previdência privada para sua aposentadoria!
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Previdência e Imposto de Renda

O plano de previdência complementar pode ser feito de acordo com o tipo de declaração de IRPF feito pelo participante. Por exemplo, o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) é indicado para quem faz a declaração completa do IRPF, contribui para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), é aposentado e planeja aplicar até 12% da renda bruta anual em previdência complementar. Já o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é recomendado para quem não contribui para o INSS, faz declaração simplificada ou é isento do Imposto de Renda e planeja investir mais de 12% da renda.

No momento do resgate do valor acumulado durante a vigência do plano, o tipo PGBL tem todo o valor, que inclui contribuições e rendimentos, tributado no IRPF, ao passo que no VGBL, apenas valores do rendimento obtido no plano são submetidos à tributação. Vale ressaltar que a rentabilidade de ambos os planos não será tributada.

 

Quer saber mais sobre previdência privada? Clique aqui.

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  • Postado em: 01/04/2015
  • por Amauri Eugênio Jr.
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O que é o resgate?

De modo resumido, o resgate é a retirada do dinheiro acumulado no plano de previdência, não importando se total ou parcialmente. O participante poderá resgatar o valor das contribuições, feitas por meio de pagamentos mensais e/ou de aportes esporádicos, a qualquer momento. Mesmo se o titular desistir do plano, ele deverá fazer o resgate do valor e, em caso de morte, os beneficiários legais ou especificados no plano passam a ter direito sobre o montante acumulado. O procedimento é obrigatório quando há cobertura por sobrevivência, desde que o participante o solicite. Contudo, o resgate não é possível em planos de regime de repartição, pois as contribuições feitas são destinadas a ao custo do pagamento de benefício e despesas do plano. Vale ressaltar que o resgate pode ser feito também como renda mensal, ou seja, aposentadoria. Isso abrange as modalidades vitalícia – que pode ser também temporária, reversível ao beneficiário e com prazo mínimo garantido – e por prazo certo. Além disso, a tributação sobre o resgate pode variar de acordo com o tipo de plano contratado anteriormente. Se for PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), a tributação acontece sobre o valor total acumulado, ao passo que o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), o IRPF incide apenas sobre os rendimentos obtidos durante a fase de acumulação do plano.

 

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  • Postado em: 01/04/2015
  • por Amauri Eugênio Jr.
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Sistema brasileiro de seguridade – como é formado

Para quem ainda tem dúvidas sobre o Sistema Brasileiro de Seguridade, aqui no Brasil existem três regimes previdenciários, são eles:

Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

Regime Próprio de Previdência Social (RPPS)

Regime de Previdência Privada (Aberta e Fechada)

 

Dois deles são compulsórios, isto é, obrigatórios. O terceiro é o regime de previdência complementar facultativo, ou seja, a participação pessoal depende exclusivamente do interesse do indivíduo em contribuir para um plano privado de aposentadoria.

Os dois sistemas obrigatórios são operados por órgãos públicos, que recolhem a contribuição e pagam benefícios aos aposentados e pensionistas.

 

Regime Geral de Previdência Social (RGPS)

 

Regime Geral de Previdência Social (RGPS) é um dos sistemas compulsórios, responsável pela substituição da renda do trabalhador contribuinte quando ele perde a capacidade de trabalho, seja por doença, invalidez, idade avançada, morte ou desemprego involuntário, ou por maternidade ou reclusão.

A partir dos 16 anos, os cidadãos podem se inscrever na Previdência Social. Os autônomos e os empresários devem manter as contribuições em dia para ter seus direitos garantidos. Os empregados e trabalhadores avulsos, com carteira de trabalho assinada, já estão automaticamente inscritos.

 

Regime Próprio de Previdência Social (RPPS)

 

A segunda forma de previdência oficial é o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), também obrigatória. Destina-se exclusivamente para os funcionários públicos (federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal). Em vez de contribuírem para o Regime Geral da Previdência Social, esses funcionários contam com um sistema próprio de contribuição. Por isso, eles têm cálculo diferenciado de benefícios. Alguns estados e, principalmente, municípios optam pela adesão ao Regime Geral em vez de constituir um Regime Próprio, devido a dificuldades financeiras ou em função da quantidade elevada de segurados subordinados à administração pública.

 

Previdência Privada

 

O terceiro regime é o da previdência privada, de caráter complementar, integrada por dois segmentos distintos com características próprias: Previdência Complementar Fechada, conhecida como fundos de pensão, ePrevidência Complementar Aberta, formada por empresas com fim único de operar nesse segmento ou por seguradoras que criam e administram planos de benefícios previdenciários.

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  • Postado em: 01/04/2015
  • por Amanda Garcia
  • Categoria: Sem Categoria
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Planos de Previdência Privada e os seus benefícios

Os planos de Previdência Privada mais conhecidos são o VGBL e o PGBL, porém existem diversos planos com benefícios diferentes. Conheça aqui.

 

Apesar de ser classificado, oficialmente, como um seguro de vida, o VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres) tem todas as características de um plano de previdência, à exceção do incentivo fiscal na acumulação e da cobrança de imposto só sobre os rendimentos, no resgate.

Por suas características relativamente simples e pela sua flexibilidade, é o produto previdenciário de maior destaque, com vendas recordes a cada ano e crescimento constante, desde seu lançamento, há cerca de 10 anos.

Outra vedete do mercado é o plano PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). Por ser um plano de previdência, as contribuições realizadas para esse tipo de plano podem ser abatidas da base de cálculo do Imposto de Renda.

O desconto não é feito diretamente sobre o imposto devido, mas sobre a base de cálculo, ou seja, sobre o total dos rendimentos tributáveis do ano, até o limite de 12% da renda bruta anual. O Imposto de Renda incidirá sobre o valor total do resgate ou do benefício, ou seja, sobre os recursos acumulados e também sobre os rendimentos auferidos no período.

Além do PGBL e do VGBL, ainda existem outros planos destinados à acumulação de recursos para aposentadoria que permanecem desconhecidos da maioria das pessoas e possuem pequena participação no mercado. Observe que, para cada “P” existe um “V”, ou seja, para cada produto classificado como Plano tem um classificado como seguro de Vida. A diferença entre eles está apenas na tributação.

 

São eles:

 

PRGP (Plano com Remuneração Garantida e Performance) e VRGP (Vida com Remuneração Garantida e Performance)
Ambos garantem, durante o período de acumulação (diferimento), remuneração do saldo por taxa de juros e índice de preço, além da reversão, total ou parcial, de resultados financeiros;

 

PAGP (Plano com Atualização Garantida e Performance) e VAGP (Vida com Atualização Garantida e Performance)
Garantem, durante o período de acumulação (diferimento), remuneração do saldo por índice de preço e a reversão, total ou parcial, de resultados financeiros;

 

PRSA (Plano com Remuneração Garantida e Performance sem Atualização);

 

VRSA (Vida com Remuneração Garantida e Performance sem Atualização)
Garantem, durante o período de acumulação (diferimento), remuneração do saldo por taxa de juros e a reversão, total ou parcial, de resultados financeiros.

Os planos acima diferem dos planos PGBL e VGBL porque eles garantem remuneração mínima do saldo aplicado durante a fase de acumulação (diferimento), enquanto os planos PGBL e VGBL repassam 100% da rentabilidade líquida do fundo nesse período, sem nenhuma garantia de remuneração mínima dos recursos aplicados.

Além dos planos já citados, existe o Fundo Gerador de Benefício (FGB), também chamado de plano tradicional, que tomava conta do mercado até o final da década de 90. Hoje, praticamente, essa modalidade não é mais comercializada, apenas sobrevive graças à manutenção dos planos ainda ativos.

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  • Postado em: 26/01/2015
  • por Amanda Garcia
  • Categoria: Dúvidas
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Existe plano de Previdência Privada para criança?

Não só existe, mas os planos de Previdência Privada para criança têm mais rentabilidade do que a poupança.

 

Atualmente a previdência privada tem sido uma das melhores maneiras para garantir o futuro das crianças, normalmente esse plano é feito ainda na primeira idade da criança, os pais podem começar investindo cerca de R$ 25,00 ao mês, que não irá fazer tanta diferença no planejamento financeiro familiar, mas para o futuro da criança ele pode fazer total diferença facilitando assim a compra de uma casa, aplicação nos estudos, ou onde seus responsáveis legais acharem mais conveniente.

Existem duas formas de contratar um plano de Previdência Privada para criança, o PGBL ou VGBL, logo depois de nascerem ou mais tarde. É uma poupança de longo prazo, da qual os recursos acumulados poderão ser resgatados após o cumprimento da carência ou ao término do prazo de acumulação.

Confira aqui as diferenças dos planos VGBL e PGBL

Os valores serão disponibilizados na conta corrente do participante (ou do responsável legal, no caso de menores), para que ele possa utilizar livremente os recursos no que desejar, solicitando o saldo total ou recebendo uma renda vitalícia ou temporária.

Por que contratar um Previdência Privada para criança?

Ao contratar um plano de previdência privada para seu filho, neto, sobrinho ou outro menor, você estará garantindo o futuro de quem você ama, tendo em vista que esse recurso pode ser usado para qualquer finalidade, como:

• Pagamento de faculdade;
• Intercâmbio;
• Montagem de consultório;
• Compra de um Carro;
• Compra de uma Casa e etc.

Você como responsável pela contratação pode escolher para qual finalidade a criança poderá utilizar esse recurso.

Saiba mais sobre previdência privada aqui.

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  • Postado em: 16/01/2015
  • por Amanda Garcia
  • Categoria: Dúvidas
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Devo contar com a previdência social para a aposentadoria?

Quem contribui ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) durante os anos de ativa tem o direito de receber a aposentadoria paga pelo governo, desde que cumpridas as regras de idade e tempo de contribuição.

Apesar de ser um benefício importante, muitas vezes o valor pago pela Previdência Social não é suficiente para sustentar o mesmo padrão de vida que o trabalhador tinha antes de se aposentar, isso faz com que muitos continuem trabalhando mesmo depois de aposentado para continuar com o padrão de vida anterior.

Porém essa é uma situação que pode ser diferente, se você tiver um planejamento financeiro com aplicações investidas, assim como os planos de previdência privada que atualmente são uma das maneiras mais seguras e confiáveis para conseguir se ter uma aposentadoria tranquila sem depender apenas da previdência social.

Faça uma simulação de previdência privada e encontre o melhor plano para você.

No vídeo abaixo, André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos, até que ponto você deve contar com a Previdência Social para garantir uma aposentadoria tranquila.

Veja o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=j9uddT6XM5c

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  • Postado em: 12/01/2015
  • por Keyton Pedreira
  • Categoria: Dicas
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Previdência Corporativa – Conheça as Vantagens.

Previdência Corporativa é um bom negócio tanto para a empresa quanto para o funcionário

Os maiores atrativos para as empresas são as vantagens fiscais e a retenção de talentos, por tratar-se de um excelente benefício para o funcionário.

Já para os funcionários, a Previdência Corporativa possui taxas administrativas bem menores do que de um plano de Previdência Privada Aberto, além de terem uma parte da contribuição paga pela empresa.

Normalmente as empresas determinam quanto irão contribuir a partir das contribuições efetuadas pelos funcionários no plano de previdência, que por sua vez também são determinadas pelo regulamento do plano.

A contribuição poderá variar de empresa para empresa, algumas fazem a contribuição de 50% até 150% do valor que o funcionário investe para o seu plano de previdência. Com isso, a reserva de aposentadoria do funcionário aumenta.

Tipos de planos de previdência fechados

No Brasil há dois grandes grupos de Previdência Privada: o Aberto e o Fechado.

Plano de Previdência Privada Aberto: Poderá ser adquirido por qualquer pessoa que deseja investir em planos oferecidos pelas seguradoras.

Plano de Previdência Privada Fechado: Somente para pessoas que integram um determinado grupo, normalmente vinculado à uma empresa.

A adesão aos planos de previdência fechado variam de acordo com o porte da empresa. As microempresas e instituições de médio porte oferecem os planos empresariais a partir de acordos com grandes seguradoras.

Já as empresas de grande porte podem optar pela criação de uma entidade fechada de previdência e assim administrar seu próprio plano, conhecidos também como Fundos de Pensão.

 

 

“A criação de um fundo de pensão próprio só é válida para empresas de grande porte porque envolve um custo muito elevado, além do cumprimento de uma série de exigências legais pelo órgão regulador. Por isso, é muito comum que as empresas optem por planos fechados já existentes, conhecidos como fundos multipatrocinados. Nesses fundos, várias empresas de diversos segmentos podem participar já que os custos são diluídos entre as empresas patrocinadoras”, revela Keyton Pedreira –  Diretor da KLP e Criador da Ferramenta BuscaPrev.

 

 

 

O orgão responsável pela fiscalização dos planos de previdência fechada é a SPC (Secretaria de Previdência Complementar)

 

As vantagens da Previdência Corporativa

O principal benefício de uma empresa ao promover um plano de previdência fechado é o fiscal. Ao fazer contribuições para o plano dos seus trabalhadores, a instituição consegue efeturar a dedução no Imposto de Renda que deverá ser recolhido através do Lucro Real onde a dedução máxima permitida é de 20% sobre o valor da Folha de Salários.

Os funcionários também ganham pois as empresas fazem contribuições e a renda para a aposentadoria cresce de forma contínua. Além disso, muitas vezes, as empresas também ajudam no pagamento das taxas de carregamento dos planos.

Plano individual x Plano Corporativo

Muitas pessoas ficam em dúvida se devem continuar com o seu plano de previdência individual aberto ou aderir ao plano de previdência oferecido pela empresa onde trabalham.

Só vale a pena manter seu plano de previdência individual se este plano for da modalidade tradicional ou FGB, já que as garantias destes são maiores do que os atuais (PGBL e VGBL). Porém você deverá direcionar as novas contribuições para seu plano empresarial, já que as empresas fazem uma contrapartida sobre as contribuições do funcionário.

Para quem já tem um plano de previdência privada do tipo PGBL e VGBL, e têm a intenção de mudar, o ideal é pegar essa reserva e fazer a portabilidade para o plano de previdência corporativa, já que as taxas de carregamento dos planos corporativos são bem menores que as do plano de previdência individual.

Resgates nos Planos Corporativos

Geralmente o resgate de um plano de previdência fechada é concedido a partir do momento em que o trabalhador rompe o seu vínculo empregatício com a empresa patrocinadora.

Esta regra é obrigatória para as Entidades Fechadas, e facultativa para as Entidades Abertas de Previdência.

O valor do resgate varia de acordo com o regulamento do plano de cada empresa, seguindo algumas regras e períodos de carência mínimos exigidos.

O funcionário possui o direito de resgatar 100% de suas contribuições individuais. Já a empresa determina a porcentagem que os funcionários terão acesso, das contribuições feitas por ela, através de regras de desligamento ou vesting.

As Regras de Resgate Podem Variar.

Quando o funcionário tem 05 anos de casa ele pode resgatar 100% do valor que ele investiu no plano de previdência corporativa e cerca de 50% do valor das contribuições da empresa. Se ele trabalhou por 10 anos, ele já pode receber 100% das contribuições feitas pela empresa. Isso varia do contrato que a empresa estipulou.

A questão dos motivos da saída do funcionário, se foi demissão pela empresa com ou sem justa causa ou um pedido de demissão por parte do funcionário, por exemplo, também interferem na hora de resgatar um plano de previdência privada, uma vez que a empresa determina as regras.

Caso, o funcionário não exerça mais atividades na empresa, mas queira continuar com o plano corporativo, é possível fazê-lo por meio do Autopatrocínio, ou seja, ele continua a contribuir sozinho no plano.

O funcionário também pode receber o valor que foi investido no plano corporativo pelo Benefício Proporcional Diferido.

Mesmo sem fazer novas contribuições, o funcionário pode resgatar o valor do plano corporativo ou esperar até a idade mínima de aposentadoria para sacar as contribuições.

E quem ainda tem vínculo com a empresa?

Se o funcionário, mesmo ainda empregado, precisar de dinheiro, ele também pode optar pelo resgate do seu plano de previdência. Nesse caso, as contribuições do funcionário tem uma carência normalmente de 60 dias. Já para as contribuições da patrocinadora, a carência mínima é de um ano civil completo, a partir de janeiro do ano subseqüente, segundo as normas da Susep (Superintendência de Seguros Privados).

Se a empresa efetuou um aporte ao plano de previdência corporativa para um determinado funcionário em setembro de 2014, ele só poderá resgatar as contribuições feitas pela empresa ao seu plano a partir de janeiro de 2016.

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  • Postado em: 05/01/2015
  • por Keyton Pedreira
  • Categoria: Dúvidas
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Keyton Pedreira – Entrevista para o Jornal Valor Econômico

Keyton Pedreira do BuscaPrev fala sobre o mercado e perfil dos consumidores dos planos de Previdência Privada ao Jornal Valor Econômico .

 

Investidor aceita aposta mais ousada

 

Matéria: Estratégia Mercado debate mudanças na legislação para conseguir exposição maior à renda variável

 

Muita gente migra para a previdência privada em busca de proteção da carga tributária, mas ainda não definiu se quer um produto coma mesma sofisticação dos fundos de investimentos ou com a mesma segurança da poupança. Keyton Pedreira, corretora KLP

Confira a Matéria Completa na íntegra: Clique aqui!

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  • Postado em: 19/12/2014
  • por Keyton Pedreira
  • Categoria: Entrevistas
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Escolha seu Plano de Previdência como se fosse comprar um Carro

Com as constantes notícias de déficit da Previdência Social, um número cada vez maior de pessoas pensa em contratar um plano de previdência privada para garantir uma aposentadoria tranquila.

No entanto, por mais simples que possa parecer, a escolha do produto mais adequado para o perfil de cada um deve ser feita com cuidado. Observar certos detalhes é importantíssimo, antes de simplesmente aceitar o plano oferecido pelo gerente do banco.

Escolha similar à de um carro

A escolha de um plano de previdência privada é bastante parecida com a compra de um automóvel: é preciso optar por uma marca, modelo, motor, opcionais e preço interessante.

Marca

Em primeiro lugar, é preciso saber quanto tempo falta para se aposentar e qual a marca (empresa, no caso da previdência privada) escolhida. Para optar por uma entidade confiável, vale consultar a Susep (Superintendência de Seguros Privados).

É preciso saber desde quando a empresa existe, quantos clientes ela possui, se está presente em outros países etc e exigir o máximo de garantia de que receberá o dinheiro investido daqui a 20 ou 30 anos.

Modelo

Na hora de escolher o “modelo” do seu plano de previdência, o que equivale ao PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) ou VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), deve-se levar em conta alguns fatores, visto que não é possível mudar a opção ao longo do tempo.

PGBL é recomendado para quem quer obter uma vantagem fiscal, já que é possível abater até 12% da renda tributável anual: caso ganhe R$ 60 mil durante um ano, por exemplo, sua renda tributável poderá ser reduzida em R$ 7,2 mil, o quer dizer que você só pagará Imposto de Renda sobre R$ 52,8 mil.

Para isso, você terá de aplicar os R$ 7,2 mil em um plano de previdência ao longo do ano. Além disso, na hora de receber o dinheiro investido de volta, você pagará imposto sobre todo o montante aplicado.

O VGBL, por sua vez, é indicado para quem faz a declaração simplificada do IR, para profissionais liberais, para quem quer aplicar além dos 12% investidos no PGBL ou ainda para quem quer deixar o dinheiro como herança, visando a um planejamento tributário, pois não há pagamento de imposto quando os recursos são transferidos aos beneficiários.

Neste tipo de plano, não há abatimento de imposto de renda, mas você só pagará o tributo sobre o rendimento nos resgates ou no recebimento de sua aposentadoria.

Outros aspectos

A escolha do motor nos planos de previdência privada equivale aos de renda fixa (semelhantes aos veículos utilitários, mais lentos, mas que não trazem risco aos motoristas) ou que aplicam parte do dinheiro em ações (automóveis mais potentes e velozes, mas mais arriscados).

Por sua vez, o regime tributário é semelhante ao combustível que pode ser usado no carro: tabela progressiva ou regressiva do imposto de renda.

De maneira geral, a regressiva vale para quem vai ficar mais de oito ou dez anos com o plano, visto que a alíquota cai a cada dois anos, podendo chegar a 10%.

Para períodos de investimento abaixo disso e para quem for receber valor mensal (somando todos os rendimentos, e não só o pagamento do plano de previdência privada) menor que o limite de isenção do IR (quando o imposto não incidirá), a tabela progressiva é mais vantajosa.

Em relação aos opcionais (benefícios de risco ou seguros de vida e para invalidez), eles podem ser válidos dependendo do perfil da pessoa, lembrando que possuem um custo adicional.

Preço Interessante

Por fim, em relação ao preço interessante do veículo, a comparação são com as taxas de carregamento e administração financeira cobradas pelas empresas que podem variar de acordo com o valor aplicado, sendo que deve-se buscar o menor custo, sobretudo para a de administração financeira. Dificilmente bancos negociam essas taxas por serem regidas por regras pré-definidas.

Comparar um plano com outro e de empresas diferentes pode ser a saída mais segura.

É importante também comparar a rentabilidade de planos semelhantes, não vale pegar um plano de renda variável e comparar com um de renda fixa, por exemplo. Além disso, lembre-se que rentabilidade passada não garante rentabilidade futura.

Parabéns! Depois de feitas as escolhas, você é o mais novo proprietário de um veículo zero km, ou melhor, o mais novo participante de um plano de Previdência Privada, um mercado que já conta com mais de 10 milhões de pessoas que buscam complementar sua aposentadoria, proteger sua família, deixar seu dinheiro como herança ou então fazer um investimento à longo prazo.

Clique aqui e compare o seu plano atual com os demais no mercado.

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  • Postado em: 08/12/2014
  • por Keyton Pedreira
  • Categoria: Dicas
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Keyton Pedreira do BuscaPrev participa de 4 matérias no Estadão

No Jornal Estadão publicado dia 25/11/14 (terça-feira), O Keyton Pedreira Diretor Executivo do BuscaPrev e da KLP participou de 4 matérias sobre diferentes aplicações e vantagens da Previdência Privada.  Um assunto pouco comentado mas que oferece grandes diferencias aos Brasileiros.

 

 

 

Matéria – Balanço

Com bom desempenho, fundos de renda fixa têm rentabilidade de 10% neste ano

Com a incerteza sobre a política econômica, crescem as demandas por planos de previdência privada com menor capital e planos mais conservadores, tendo em vista que mercado de previdência privada anda junto com os movimentos econômicos do Brasil, com isso as reservas aumentam quanto maior for o crescimento da econômica do País e o movimento do investidor tem uma íntima relação com o que se espera para os próximos anos.

Mesmo diante do desaceleramento da econômia, segundo Keyton Pedreira do BuscaPrev, a boa notícia para estes mais ressabiados é que os fundos de previdência com investimentos aplicados na renda fixa conseguiram, de longe, o melhor resultado. A rentabilidade média alcançada foi de 10,22% no período, segundo levantamento do BuscaPrev, comparador de rentabilidade de previdência privada.

 

 

 

Matéria – Mecardo

Atenção na escolha da instituição financeira

Avaliar as Taxas de Rentabilidade nas instituições financeiras antes de realizar suas aplicações é uma das dicas dos especialistas de previdência privada.

A previdência privada é um investimento a longo prazo, por isso a atenção antes de contratar e até depois de contratado deve ser redobrada, isso vale tanto para a rentabilidade que os planos que a empresa oferece até mesmo o conhecimento que a empresa tem no mercado.

Segundo Keyton Pedreira do BuscaPrev, especialista no setor, é importante considerar  as taxas praticadas, a rentabilidade das aplicações e a solidez da instituição. “Às vezes a empresa não é tão grande no Brasil, mas tem destaque no exterior. É bom
acompanhar os balanços, que são públicos e estão disponíveis na internet também”,
afirma Pedreira, diretor executivo do site e BuscaPrev, e da KLP.

 

 

Matéria – Resgate

Internet ajuda a simular o capital acumulado no final do plano

Ferramentas Online simulam diferentes planos de previdência privada, um dos principais sites é o BuscaPrev com diversas opções de seguradoras e bancos.

No BuscaPrev, a simulação é feita a partir de dados como idade inicial da contribuição e data da aposentadoria, sexo, se vai haver aporte inicial e qual a mensalidade pretendida, se a declaração de Imposto de Renda é a simplificada ou completa e o perfil do investimento (conservador, moderado ou arrojado). “A consulta é gratuita e, como cada agente tem várias opções, avaliamos mais de uma centena de planos”, garante o advogado e economista Keyton Pedreira, diretor executivo do site.

 

 

Matéria – Herança

Reserva pode ser usada como testamento

Recurso da Previdência Privada não recolhem emposto sobre herança. Muitas
pessoas, por exemplo, estão usando esse tipo de investimento para fazer um planejamento sucessório, uma espécie de testamento. “Essa reserva acumulada não entra no inventário ou partilha, que pode se arrastar por anos, e é uma possibilidade de amparar rapidamente a família em caso de morte”, explica o advogado e economista Keyton Pedreira, diretor
executivo do site BuscaPrev. A liberação ocorre em 30 dias.

 

 

Confira todas as matérias na Integradas

 

Matérias Estadão

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  • Postado em: 27/11/2014
  • por Keyton Pedreira
  • Categoria: Sem Categoria
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Vantagens da Previdência Privada

Mais do que uma garantia ao final da carreira profissional, os planos de previdência privada também são uma opção para diferentes tipos investidores, com diferentes objetivos – como por exemplo os que desejam somente acumular uma quantia rentável para o futuro, os investidores jovens e menos experientes, os pais que desejam garantir uma poupança futura para os filhos pequenos e etc.

Uma das vantagens desse tipo de aplicação é que, diferente da previdência ligada ao INSS, a previdência fechada permite que o investidor abra mão do plano quando bem entender, resgatando o dinheiro investido sem prejuízos.

Os tipos de previdência que existem, hoje, no Brasil abrangem necessidades e alvos de dois dos principais perfis de investidores, e as vantagens de tais planos são:

1) PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre:

- Abatimento no Imposto de Renda: caso o valor investido represente um teto de 12% da renda anual bruta do investidor, ele pode ser abatido na declaração de IR.

- Cobrança sobre o valor final: a cobrança de impostos na hora da retirada é feita em cima de todo o valor recolhido, ou seja, o investimento e seus rendimentos.

2) VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre:

- Investimento baixos com retorno: para quem declara IR de forma simples, ou simplesmente não declara, também pode investir.

- Cobrança sobre rentabilidade: a cobrança de impostos na retirada do investimento é feita apenas em cima do valor rendido, e não sobre todo valor final.

Existem, ainda, os planos de previdência tradicional e FAPI, onde o primeiro é um plano que garante a rentabilidade mínima com correções anuais e, o segundo, não garante rentabilidade, mas sim um Fundo de Aposentadoria Programada Individual.

Para quem pretende começar a investir, os benefícios são imensos. Desde o planejamento de projetos a longo prazo é a complementação da sua aposentadoria, um plano de previdência privada nunca trará uma vantagem em detrimento de quaisquer outros benefícios.

Clique e faça agora uma comparação de planos de previdência privada com o BuscaPrev. Garantimos que você irá encontrar o plano de previdência que mais se encaixa nas suas necessidades!

 

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  • Postado em: 01/10/2014
  • por Keyton
  • Categoria: Dicas
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Multiplus Fidelidade é parceiro do BuscaPrev

Agora o BuscaPrev é parceiro Multiplus Fidelidade, a rede onde você junta pontos, em uma só conta virtual. São empresas de diversos segmentos que participam da rede Multiplus Fidelidade, oferecendo vantagens e promoções exclusivas para você.

Acesse a área JUNTE PONTOS e confira a relação de parceiros, são mais de 160 parceiros, distribuídos em cerca de 12.500 estabelecimentos participantes.

Para saber mais sobre o Multiplus Vantagens, CLIQUE AQUI.

 

Mecânica de Pontuação Multiplus Fidelidade da BuscaPrev

 

Acumule pontoS com suas contribuições mensais*

 

 

1ª Contribuição mensal

Acima de R$ 300,00 = A partir de 500 Pontos.

 

Aporte inicial ou Portabilidade

Cada R$ 50.000,00 = A partir de 1.000 pontos (Ex: Aporte de R$ 100.000,00 = até 2.000 pontos).

 

Benefícios de Risco

1ª Contribuição mensal acima de R$ 50,00 = A partir de 500 Pontos.

 

*Seguradoras participantes da Promoção terão o Selo da Multiplus Fidelidade, a pontuação poderá variar de acordo com a Seguradora participante escolhida.

 

Assista o vídeo Multiplus Fidelidade – Saiba como acumular mais pontos!

 

 

https://www.youtube.com/watch?t=1&v=zdgNDfJgX4s

 

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  • Postado em: 11/09/2014
  • por Keyton
  • Categoria: Buscaprev
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